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Na agenda vai encontrar os eventos que irão decorrer na área mais oriental da cidade de Lisboa. Descubra todas as exposições, concertos, peças de teatro, e muito mais. Tome nota a não perca.

Sugestões para a agenda?

Tem conhecimento de algum evento que quer expor nesta secção? Envie-nos a sua sugestão para o e-mail vizinhos@orientre.pt

Jul
18
Qua
Exposição “Amar Portugal” de Filomena Parra @ Ageas Seguros
Jul 18@08:45_16:30
Exposição "Amar Portugal" de Filomena Parra @ Ageas Seguros | Lisboa | Lisboa | Portugal

De forma a promover a Cultura e as Artes, a Ageas tem o prazer de o/a convidar para assistir à inauguração da exposição “Amar Portugal”, de Filomena Parra.  A exposição pretende evidenciar o que de melhor o país tem, seja em termos de património, seja nas mais variadas tradições.

A vasta riqueza da história nacional presente no seu património material e imaterial é entendida como uma valorização constante do que é antigo e típico. A artista encontra no olhar admirador dos estrangeiros em relação aos monumentos, uma relação estreita com a curiosidade e admiração que também nutrem pelo povo português, e pela sua essência.

A exposição observa-se como uma espécie de passeio em que as diferentes passagens se interligam. Na entrada vemos os “Brilhos de Lisboa”, que apresentam alguns monumentos portugueses, como a Torre de Belém em Lisboa, a Torre dos Clérigos no Porto, o Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa, o Palácio Nacional de Sintra, o Convento de Mafra, o Castelo de Guimarães – “Berço de Portugal” – e o Convento de Freixo de Espada-à-Cinta, a vila do poeta Guerra Junqueiro. Percorrendo o país, observamos o mar com as redes, o belo peixe, as lindíssimas praias, a cerâmica, a filigrana, as fantásticas paisagens, as esbeltas andorinhas que percorrem os beirais das casas e os moinhos de vento que abraçam o cereal a moer.

Está aberta ao público todos os dias úteis das 8h45 às 16h30 e terá a duração de 2 meses.

“Chão do Pinhal”, de Fernando Travassos, na Ibirapi Contemporânea @ Ibirapi Contemporânea
Jul 18@13:00_19:00
"Chão do Pinhal", de Fernando Travassos, na Ibirapi Contemporânea @ Ibirapi Contemporânea | Lisboa | Lisboa | Portugal

Recentemente aberta ao público, a Ibirapi Contemporânea tem o prazer de apresentar “Chão do Pinhal”, exposição individual do português Fernando Travassos. O trabalho do artista desenvolve-se através do desenho e da pintura, um processo persistente, diversificado, onde encontramos um carácter de ensaio e experimentação.

O gesto que se encontra nos trabalhos de Fernando Travassos chega de diversas fontes, seja o tag numa parede, uma banda desenhada ou cartoon, imagens mentais, memórias, mas por norma as imagens constroem-se dentro do processo de fazer. Citando Fernando Travassos: “a minha prática é composta por exercícios, na maioria com um carácter de esboço. Tentar
e testar novas imagens artísticas, qualquer coisa que está em permanente construção, onde a atenção aos detalhes e a agência dos materiais são tidos em conta enquanto potência no meu processo criativo.”

Considera-se que, para um melhor entendimento do seu trabalho é necessário: “tanto um cuidadoso olhar sobre a imagem como um descomprometimento brutal (…) As suas séries reclamam individualidade e ao mesmo tempo parodiam daquilo que poderá́ ser a experiência estética. São imagens imprecisas e insatisfeitas preenchendo o espaço como um campo de duelo. (…) Os elementos repetem-se na construção das imagens, contaminam-se e copiam-se, sendo referência uns dos outros. Por vezes identificamos corpos estranhos que habitam a pintura; por vezes a pintura é o corpo estranho
habitado.”

Este processo de contaminação economiza ou facilita a produção. Tornando-se prático visto que rapidamente são transferidos desenhos entre suportes (papel, tela), o que acresce no desenvolvimento do espaço pictórico.

Fernando Travassos (Coimbra, 1990) dedica-se desde muito jovem à pintura e ao desenho. Frequenta a Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha. Desenvolve na maior parte do seu trabalho um vocabulário gráfico rítmico e imaginário, muitas vezes com um gesto de non finito. “Chão do Pinhal” é a primeira exposição individual do artista em Lisboa.

Jul
19
Qui
Exposição “Amar Portugal” de Filomena Parra @ Ageas Seguros
Jul 19@08:45_16:30
Exposição "Amar Portugal" de Filomena Parra @ Ageas Seguros | Lisboa | Lisboa | Portugal

De forma a promover a Cultura e as Artes, a Ageas tem o prazer de o/a convidar para assistir à inauguração da exposição “Amar Portugal”, de Filomena Parra.  A exposição pretende evidenciar o que de melhor o país tem, seja em termos de património, seja nas mais variadas tradições.

A vasta riqueza da história nacional presente no seu património material e imaterial é entendida como uma valorização constante do que é antigo e típico. A artista encontra no olhar admirador dos estrangeiros em relação aos monumentos, uma relação estreita com a curiosidade e admiração que também nutrem pelo povo português, e pela sua essência.

A exposição observa-se como uma espécie de passeio em que as diferentes passagens se interligam. Na entrada vemos os “Brilhos de Lisboa”, que apresentam alguns monumentos portugueses, como a Torre de Belém em Lisboa, a Torre dos Clérigos no Porto, o Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa, o Palácio Nacional de Sintra, o Convento de Mafra, o Castelo de Guimarães – “Berço de Portugal” – e o Convento de Freixo de Espada-à-Cinta, a vila do poeta Guerra Junqueiro. Percorrendo o país, observamos o mar com as redes, o belo peixe, as lindíssimas praias, a cerâmica, a filigrana, as fantásticas paisagens, as esbeltas andorinhas que percorrem os beirais das casas e os moinhos de vento que abraçam o cereal a moer.

Está aberta ao público todos os dias úteis das 8h45 às 16h30 e terá a duração de 2 meses.

“Chão do Pinhal”, de Fernando Travassos, na Ibirapi Contemporânea @ Ibirapi Contemporânea
Jul 19@13:00_19:00
"Chão do Pinhal", de Fernando Travassos, na Ibirapi Contemporânea @ Ibirapi Contemporânea | Lisboa | Lisboa | Portugal

Recentemente aberta ao público, a Ibirapi Contemporânea tem o prazer de apresentar “Chão do Pinhal”, exposição individual do português Fernando Travassos. O trabalho do artista desenvolve-se através do desenho e da pintura, um processo persistente, diversificado, onde encontramos um carácter de ensaio e experimentação.

O gesto que se encontra nos trabalhos de Fernando Travassos chega de diversas fontes, seja o tag numa parede, uma banda desenhada ou cartoon, imagens mentais, memórias, mas por norma as imagens constroem-se dentro do processo de fazer. Citando Fernando Travassos: “a minha prática é composta por exercícios, na maioria com um carácter de esboço. Tentar
e testar novas imagens artísticas, qualquer coisa que está em permanente construção, onde a atenção aos detalhes e a agência dos materiais são tidos em conta enquanto potência no meu processo criativo.”

Considera-se que, para um melhor entendimento do seu trabalho é necessário: “tanto um cuidadoso olhar sobre a imagem como um descomprometimento brutal (…) As suas séries reclamam individualidade e ao mesmo tempo parodiam daquilo que poderá́ ser a experiência estética. São imagens imprecisas e insatisfeitas preenchendo o espaço como um campo de duelo. (…) Os elementos repetem-se na construção das imagens, contaminam-se e copiam-se, sendo referência uns dos outros. Por vezes identificamos corpos estranhos que habitam a pintura; por vezes a pintura é o corpo estranho
habitado.”

Este processo de contaminação economiza ou facilita a produção. Tornando-se prático visto que rapidamente são transferidos desenhos entre suportes (papel, tela), o que acresce no desenvolvimento do espaço pictórico.

Fernando Travassos (Coimbra, 1990) dedica-se desde muito jovem à pintura e ao desenho. Frequenta a Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha. Desenvolve na maior parte do seu trabalho um vocabulário gráfico rítmico e imaginário, muitas vezes com um gesto de non finito. “Chão do Pinhal” é a primeira exposição individual do artista em Lisboa.

SUPER BOCK SUPER ROCK 2018 regressa ao Parque das Nações @ Parque das Nações
Jul 19@15:00
SUPER BOCK SUPER ROCK 2018 regressa ao Parque das Nações @ Parque das Nações | Lisboa | Lisboa | Portugal

Super Bock Super Rock tem oferecido o melhor da música no Parque das Nações, em Lisboa. Para a 24ª edição, espera-se novamente um cartaz imperdível, marcado pela novidade e por nomes de referência, tanto do panorama internacional, como da música nacional.

CARTAZ

19 de julho

Palco Super Bock – The XX, Justice, Tributo “Who The F*CK Is Zé Pedro?”

Palco EDP – The Vaccines, Lee Fields & The Expressions, TORRES, Parcels

Palco Somersby – Mahalia, Songhoy Blues

Palco LG by Rádio SBSR – Mirror People, Filipe Sambado & os Acompanhantes de Luxo, Vaiapraia e as Rainhas do Baile

 

20 de julho

Palco Super Bock – Travis Scott, Anderson .Paak & The Free Nationals, Slow J

Palco EDP – Tom Misch, Oddisee & Good Company, Olivier St. Louis, ProfJam, Princess Nokia

Palco Somersby – Pierre Kwenders, The Alchemist

Palco LG by Rádio SBSR – Ermo, Luís Severo, Virtus

 

21 de julho

Palco Super Bock – Julian Casablancas & The Voidz, Benjamin Clementine, Stormzy

Palco EDP – The The, Baxter Dury, Sevdaliza, Isaura

Palco Somersby – Sofi Tukker; Dj Big

Palco LG by Rádio SBSR – Pop Dell’Arte, Keep Razors Sharp, Sunflowers

 

BILHETES: Passe: €109; Diários: €55; Passe VIP+Front stage: €260; Diário VIP+Front stage: €150

Victor Zamora Trio + Jam Session na Fábrica Braço de Prata @ Fábrica Braço de Prata
Jul 19@23:00
Victor Zamora Trio + Jam Session na Fábrica Braço de Prata @ Fábrica Braço de Prata | Lisboa | Lisboa | Portugal

Virtuoso e apaixonante. Assim é o piano de Victor Zamora e a música que faz. A origem cubana e o mundo do jazz onde se inscreve, dão às suas composições um tom único. Mesmo de olhos fechados, sabemos desde o primeiro acorde, que Victor Zamora começou a tocar.

A rigorosa formação musical, temperada pelo som das ruas, que recebeu em Cuba, foram o alimento para uma imaginação de criança fascinada por música. Um passado de histórias que o poderiam ter levado à guitarra e não ao piano, a descoberta deste como extensão de si, explicam a intensidade com que toca, sempre exigente e precisa.

Compositor, mas plástico o suficiente para interpretar brilhantemente a música dos outros, faz com que se tenha tornado num dos pianistas mais requisitados, e por nomes tão diversos como Paulo de Carvalho, Salvador Sobral, Vitorino, Dulce Pontes, Ana Maria Jopeck, Luís Represas, Júlio Fowler, Munir Hossn, Ivan Lins, Emilio Jesus Martini, Ivan Ruíz, Paulo Flores, Paulinho do Trompete, Yami Aloelela, Teté Alhinho, Jandira Silva, Ciganos d’Ouro, Diego el Gavi, Carlos Barrtetto, José Salgueiro, Alexandre Frazão, Nelson Cascais, Bruno Pedroso, Philipp Hamilton, Maria Viana ou Maria Anadon, Yuri Daniel, e tantos tantos outros.

Nas composições, o jazz funde-se com as suas raízes cubanas, e oferece-nos o colorido de um Latin Jazz interpretado de forma inconfundível.

Às quintas-feiras, e já há alguns anos, Victor Zamora garante a “condução” de uma Jam Session, que convida a todos os bons músicos de alma e coração, a deixar um pouco do seu brilho pelo palco da Sala Nietzsche.

A entrada é livre. A noite também!

Jul
20
Sex
Exposição “Amar Portugal” de Filomena Parra @ Ageas Seguros
Jul 20@08:45_16:30
Exposição "Amar Portugal" de Filomena Parra @ Ageas Seguros | Lisboa | Lisboa | Portugal

De forma a promover a Cultura e as Artes, a Ageas tem o prazer de o/a convidar para assistir à inauguração da exposição “Amar Portugal”, de Filomena Parra.  A exposição pretende evidenciar o que de melhor o país tem, seja em termos de património, seja nas mais variadas tradições.

A vasta riqueza da história nacional presente no seu património material e imaterial é entendida como uma valorização constante do que é antigo e típico. A artista encontra no olhar admirador dos estrangeiros em relação aos monumentos, uma relação estreita com a curiosidade e admiração que também nutrem pelo povo português, e pela sua essência.

A exposição observa-se como uma espécie de passeio em que as diferentes passagens se interligam. Na entrada vemos os “Brilhos de Lisboa”, que apresentam alguns monumentos portugueses, como a Torre de Belém em Lisboa, a Torre dos Clérigos no Porto, o Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa, o Palácio Nacional de Sintra, o Convento de Mafra, o Castelo de Guimarães – “Berço de Portugal” – e o Convento de Freixo de Espada-à-Cinta, a vila do poeta Guerra Junqueiro. Percorrendo o país, observamos o mar com as redes, o belo peixe, as lindíssimas praias, a cerâmica, a filigrana, as fantásticas paisagens, as esbeltas andorinhas que percorrem os beirais das casas e os moinhos de vento que abraçam o cereal a moer.

Está aberta ao público todos os dias úteis das 8h45 às 16h30 e terá a duração de 2 meses.

“Chão do Pinhal”, de Fernando Travassos, na Ibirapi Contemporânea @ Ibirapi Contemporânea
Jul 20@13:00_19:00
"Chão do Pinhal", de Fernando Travassos, na Ibirapi Contemporânea @ Ibirapi Contemporânea | Lisboa | Lisboa | Portugal

Recentemente aberta ao público, a Ibirapi Contemporânea tem o prazer de apresentar “Chão do Pinhal”, exposição individual do português Fernando Travassos. O trabalho do artista desenvolve-se através do desenho e da pintura, um processo persistente, diversificado, onde encontramos um carácter de ensaio e experimentação.

O gesto que se encontra nos trabalhos de Fernando Travassos chega de diversas fontes, seja o tag numa parede, uma banda desenhada ou cartoon, imagens mentais, memórias, mas por norma as imagens constroem-se dentro do processo de fazer. Citando Fernando Travassos: “a minha prática é composta por exercícios, na maioria com um carácter de esboço. Tentar
e testar novas imagens artísticas, qualquer coisa que está em permanente construção, onde a atenção aos detalhes e a agência dos materiais são tidos em conta enquanto potência no meu processo criativo.”

Considera-se que, para um melhor entendimento do seu trabalho é necessário: “tanto um cuidadoso olhar sobre a imagem como um descomprometimento brutal (…) As suas séries reclamam individualidade e ao mesmo tempo parodiam daquilo que poderá́ ser a experiência estética. São imagens imprecisas e insatisfeitas preenchendo o espaço como um campo de duelo. (…) Os elementos repetem-se na construção das imagens, contaminam-se e copiam-se, sendo referência uns dos outros. Por vezes identificamos corpos estranhos que habitam a pintura; por vezes a pintura é o corpo estranho
habitado.”

Este processo de contaminação economiza ou facilita a produção. Tornando-se prático visto que rapidamente são transferidos desenhos entre suportes (papel, tela), o que acresce no desenvolvimento do espaço pictórico.

Fernando Travassos (Coimbra, 1990) dedica-se desde muito jovem à pintura e ao desenho. Frequenta a Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha. Desenvolve na maior parte do seu trabalho um vocabulário gráfico rítmico e imaginário, muitas vezes com um gesto de non finito. “Chão do Pinhal” é a primeira exposição individual do artista em Lisboa.

SUPER BOCK SUPER ROCK 2018 regressa ao Parque das Nações @ Parque das Nações
Jul 20@15:00
SUPER BOCK SUPER ROCK 2018 regressa ao Parque das Nações @ Parque das Nações | Lisboa | Lisboa | Portugal

Super Bock Super Rock tem oferecido o melhor da música no Parque das Nações, em Lisboa. Para a 24ª edição, espera-se novamente um cartaz imperdível, marcado pela novidade e por nomes de referência, tanto do panorama internacional, como da música nacional.

CARTAZ

19 de julho

Palco Super Bock – The XX, Justice, Tributo “Who The F*CK Is Zé Pedro?”

Palco EDP – The Vaccines, Lee Fields & The Expressions, TORRES, Parcels

Palco Somersby – Mahalia, Songhoy Blues

Palco LG by Rádio SBSR – Mirror People, Filipe Sambado & os Acompanhantes de Luxo, Vaiapraia e as Rainhas do Baile

 

20 de julho

Palco Super Bock – Travis Scott, Anderson .Paak & The Free Nationals, Slow J

Palco EDP – Tom Misch, Oddisee & Good Company, Olivier St. Louis, ProfJam, Princess Nokia

Palco Somersby – Pierre Kwenders, The Alchemist

Palco LG by Rádio SBSR – Ermo, Luís Severo, Virtus

 

21 de julho

Palco Super Bock – Julian Casablancas & The Voidz, Benjamin Clementine, Stormzy

Palco EDP – The The, Baxter Dury, Sevdaliza, Isaura

Palco Somersby – Sofi Tukker; Dj Big

Palco LG by Rádio SBSR – Pop Dell’Arte, Keep Razors Sharp, Sunflowers

 

BILHETES: Passe: €109; Diários: €55; Passe VIP+Front stage: €260; Diário VIP+Front stage: €150

Aliōs 03: Priku x Vlad Caia live x Cruz @ Lux Frágil
Jul 20@23:45
Aliōs 03: Priku x Vlad Caia live x Cruz @ Lux Frágil

Terceiro episódio da noite Aliōs. Os convidados são os romenos Priku e Vlad Caia, este em formato live, e o português CRUZ.

▸ Priku
soundcloud.com/motif-records
residentadvisor.net/dj/priku

▸ Vlad Caia
soundcloud.com/vladcaia
residentadvisor.net/dj/vladcaia

▸ CRUZ
soundcloud.com/cruzmmusic
residentadvisor.net/dj/cruz-pt

Bilhetes à venda apenas na noite do evento.

Jul
21
Sáb
“Chão do Pinhal”, de Fernando Travassos, na Ibirapi Contemporânea @ Ibirapi Contemporânea
Jul 21@13:00_19:00
"Chão do Pinhal", de Fernando Travassos, na Ibirapi Contemporânea @ Ibirapi Contemporânea | Lisboa | Lisboa | Portugal

Recentemente aberta ao público, a Ibirapi Contemporânea tem o prazer de apresentar “Chão do Pinhal”, exposição individual do português Fernando Travassos. O trabalho do artista desenvolve-se através do desenho e da pintura, um processo persistente, diversificado, onde encontramos um carácter de ensaio e experimentação.

O gesto que se encontra nos trabalhos de Fernando Travassos chega de diversas fontes, seja o tag numa parede, uma banda desenhada ou cartoon, imagens mentais, memórias, mas por norma as imagens constroem-se dentro do processo de fazer. Citando Fernando Travassos: “a minha prática é composta por exercícios, na maioria com um carácter de esboço. Tentar
e testar novas imagens artísticas, qualquer coisa que está em permanente construção, onde a atenção aos detalhes e a agência dos materiais são tidos em conta enquanto potência no meu processo criativo.”

Considera-se que, para um melhor entendimento do seu trabalho é necessário: “tanto um cuidadoso olhar sobre a imagem como um descomprometimento brutal (…) As suas séries reclamam individualidade e ao mesmo tempo parodiam daquilo que poderá́ ser a experiência estética. São imagens imprecisas e insatisfeitas preenchendo o espaço como um campo de duelo. (…) Os elementos repetem-se na construção das imagens, contaminam-se e copiam-se, sendo referência uns dos outros. Por vezes identificamos corpos estranhos que habitam a pintura; por vezes a pintura é o corpo estranho
habitado.”

Este processo de contaminação economiza ou facilita a produção. Tornando-se prático visto que rapidamente são transferidos desenhos entre suportes (papel, tela), o que acresce no desenvolvimento do espaço pictórico.

Fernando Travassos (Coimbra, 1990) dedica-se desde muito jovem à pintura e ao desenho. Frequenta a Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha. Desenvolve na maior parte do seu trabalho um vocabulário gráfico rítmico e imaginário, muitas vezes com um gesto de non finito. “Chão do Pinhal” é a primeira exposição individual do artista em Lisboa.

SUPER BOCK SUPER ROCK 2018 regressa ao Parque das Nações @ Parque das Nações
Jul 21@15:00
SUPER BOCK SUPER ROCK 2018 regressa ao Parque das Nações @ Parque das Nações | Lisboa | Lisboa | Portugal

Super Bock Super Rock tem oferecido o melhor da música no Parque das Nações, em Lisboa. Para a 24ª edição, espera-se novamente um cartaz imperdível, marcado pela novidade e por nomes de referência, tanto do panorama internacional, como da música nacional.

CARTAZ

19 de julho

Palco Super Bock – The XX, Justice, Tributo “Who The F*CK Is Zé Pedro?”

Palco EDP – The Vaccines, Lee Fields & The Expressions, TORRES, Parcels

Palco Somersby – Mahalia, Songhoy Blues

Palco LG by Rádio SBSR – Mirror People, Filipe Sambado & os Acompanhantes de Luxo, Vaiapraia e as Rainhas do Baile

 

20 de julho

Palco Super Bock – Travis Scott, Anderson .Paak & The Free Nationals, Slow J

Palco EDP – Tom Misch, Oddisee & Good Company, Olivier St. Louis, ProfJam, Princess Nokia

Palco Somersby – Pierre Kwenders, The Alchemist

Palco LG by Rádio SBSR – Ermo, Luís Severo, Virtus

 

21 de julho

Palco Super Bock – Julian Casablancas & The Voidz, Benjamin Clementine, Stormzy

Palco EDP – The The, Baxter Dury, Sevdaliza, Isaura

Palco Somersby – Sofi Tukker; Dj Big

Palco LG by Rádio SBSR – Pop Dell’Arte, Keep Razors Sharp, Sunflowers

 

BILHETES: Passe: €109; Diários: €55; Passe VIP+Front stage: €260; Diário VIP+Front stage: €150

Mundo Ritual #3 Trikk x Mathias Schober x Thomas Herb @ Lux Frágil
Jul 21@23:45
Mundo Ritual #3 Trikk x Mathias Schober x Thomas Herb @ Lux Frágil

Vamos a meio da residência de quatro datas de Trikk no Lux. Para a terceira noite, Trikk convidou Mathias Schober e Thomas Herb da editora Lossless.

▸ Trikk
soundcloud.com/trikksound
residentadvisor.net/dj/trikk

▸ Mathias Schober
soundcloud.com/mathiasschober
residentadvisor.net/dj/mathiasschober

▸ Thomas Herb
soundcloud.com/thomas-herb-1
residentadvisor.net/dj/thomasherb

Bilhetes à venda apenas na noite do evento.

Jul
23
Seg
Exposição “Amar Portugal” de Filomena Parra @ Ageas Seguros
Jul 23@08:45_16:30
Exposição "Amar Portugal" de Filomena Parra @ Ageas Seguros | Lisboa | Lisboa | Portugal

De forma a promover a Cultura e as Artes, a Ageas tem o prazer de o/a convidar para assistir à inauguração da exposição “Amar Portugal”, de Filomena Parra.  A exposição pretende evidenciar o que de melhor o país tem, seja em termos de património, seja nas mais variadas tradições.

A vasta riqueza da história nacional presente no seu património material e imaterial é entendida como uma valorização constante do que é antigo e típico. A artista encontra no olhar admirador dos estrangeiros em relação aos monumentos, uma relação estreita com a curiosidade e admiração que também nutrem pelo povo português, e pela sua essência.

A exposição observa-se como uma espécie de passeio em que as diferentes passagens se interligam. Na entrada vemos os “Brilhos de Lisboa”, que apresentam alguns monumentos portugueses, como a Torre de Belém em Lisboa, a Torre dos Clérigos no Porto, o Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa, o Palácio Nacional de Sintra, o Convento de Mafra, o Castelo de Guimarães – “Berço de Portugal” – e o Convento de Freixo de Espada-à-Cinta, a vila do poeta Guerra Junqueiro. Percorrendo o país, observamos o mar com as redes, o belo peixe, as lindíssimas praias, a cerâmica, a filigrana, as fantásticas paisagens, as esbeltas andorinhas que percorrem os beirais das casas e os moinhos de vento que abraçam o cereal a moer.

Está aberta ao público todos os dias úteis das 8h45 às 16h30 e terá a duração de 2 meses.

Jul
24
Ter
Exposição “Amar Portugal” de Filomena Parra @ Ageas Seguros
Jul 24@08:45_16:30
Exposição "Amar Portugal" de Filomena Parra @ Ageas Seguros | Lisboa | Lisboa | Portugal

De forma a promover a Cultura e as Artes, a Ageas tem o prazer de o/a convidar para assistir à inauguração da exposição “Amar Portugal”, de Filomena Parra.  A exposição pretende evidenciar o que de melhor o país tem, seja em termos de património, seja nas mais variadas tradições.

A vasta riqueza da história nacional presente no seu património material e imaterial é entendida como uma valorização constante do que é antigo e típico. A artista encontra no olhar admirador dos estrangeiros em relação aos monumentos, uma relação estreita com a curiosidade e admiração que também nutrem pelo povo português, e pela sua essência.

A exposição observa-se como uma espécie de passeio em que as diferentes passagens se interligam. Na entrada vemos os “Brilhos de Lisboa”, que apresentam alguns monumentos portugueses, como a Torre de Belém em Lisboa, a Torre dos Clérigos no Porto, o Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa, o Palácio Nacional de Sintra, o Convento de Mafra, o Castelo de Guimarães – “Berço de Portugal” – e o Convento de Freixo de Espada-à-Cinta, a vila do poeta Guerra Junqueiro. Percorrendo o país, observamos o mar com as redes, o belo peixe, as lindíssimas praias, a cerâmica, a filigrana, as fantásticas paisagens, as esbeltas andorinhas que percorrem os beirais das casas e os moinhos de vento que abraçam o cereal a moer.

Está aberta ao público todos os dias úteis das 8h45 às 16h30 e terá a duração de 2 meses.

“Chão do Pinhal”, de Fernando Travassos, na Ibirapi Contemporânea @ Ibirapi Contemporânea
Jul 24@13:00_19:00
"Chão do Pinhal", de Fernando Travassos, na Ibirapi Contemporânea @ Ibirapi Contemporânea | Lisboa | Lisboa | Portugal

Recentemente aberta ao público, a Ibirapi Contemporânea tem o prazer de apresentar “Chão do Pinhal”, exposição individual do português Fernando Travassos. O trabalho do artista desenvolve-se através do desenho e da pintura, um processo persistente, diversificado, onde encontramos um carácter de ensaio e experimentação.

O gesto que se encontra nos trabalhos de Fernando Travassos chega de diversas fontes, seja o tag numa parede, uma banda desenhada ou cartoon, imagens mentais, memórias, mas por norma as imagens constroem-se dentro do processo de fazer. Citando Fernando Travassos: “a minha prática é composta por exercícios, na maioria com um carácter de esboço. Tentar
e testar novas imagens artísticas, qualquer coisa que está em permanente construção, onde a atenção aos detalhes e a agência dos materiais são tidos em conta enquanto potência no meu processo criativo.”

Considera-se que, para um melhor entendimento do seu trabalho é necessário: “tanto um cuidadoso olhar sobre a imagem como um descomprometimento brutal (…) As suas séries reclamam individualidade e ao mesmo tempo parodiam daquilo que poderá́ ser a experiência estética. São imagens imprecisas e insatisfeitas preenchendo o espaço como um campo de duelo. (…) Os elementos repetem-se na construção das imagens, contaminam-se e copiam-se, sendo referência uns dos outros. Por vezes identificamos corpos estranhos que habitam a pintura; por vezes a pintura é o corpo estranho
habitado.”

Este processo de contaminação economiza ou facilita a produção. Tornando-se prático visto que rapidamente são transferidos desenhos entre suportes (papel, tela), o que acresce no desenvolvimento do espaço pictórico.

Fernando Travassos (Coimbra, 1990) dedica-se desde muito jovem à pintura e ao desenho. Frequenta a Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha. Desenvolve na maior parte do seu trabalho um vocabulário gráfico rítmico e imaginário, muitas vezes com um gesto de non finito. “Chão do Pinhal” é a primeira exposição individual do artista em Lisboa.

Jul
25
Qua
Exposição “Amar Portugal” de Filomena Parra @ Ageas Seguros
Jul 25@08:45_16:30
Exposição "Amar Portugal" de Filomena Parra @ Ageas Seguros | Lisboa | Lisboa | Portugal

De forma a promover a Cultura e as Artes, a Ageas tem o prazer de o/a convidar para assistir à inauguração da exposição “Amar Portugal”, de Filomena Parra.  A exposição pretende evidenciar o que de melhor o país tem, seja em termos de património, seja nas mais variadas tradições.

A vasta riqueza da história nacional presente no seu património material e imaterial é entendida como uma valorização constante do que é antigo e típico. A artista encontra no olhar admirador dos estrangeiros em relação aos monumentos, uma relação estreita com a curiosidade e admiração que também nutrem pelo povo português, e pela sua essência.

A exposição observa-se como uma espécie de passeio em que as diferentes passagens se interligam. Na entrada vemos os “Brilhos de Lisboa”, que apresentam alguns monumentos portugueses, como a Torre de Belém em Lisboa, a Torre dos Clérigos no Porto, o Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa, o Palácio Nacional de Sintra, o Convento de Mafra, o Castelo de Guimarães – “Berço de Portugal” – e o Convento de Freixo de Espada-à-Cinta, a vila do poeta Guerra Junqueiro. Percorrendo o país, observamos o mar com as redes, o belo peixe, as lindíssimas praias, a cerâmica, a filigrana, as fantásticas paisagens, as esbeltas andorinhas que percorrem os beirais das casas e os moinhos de vento que abraçam o cereal a moer.

Está aberta ao público todos os dias úteis das 8h45 às 16h30 e terá a duração de 2 meses.

“Chão do Pinhal”, de Fernando Travassos, na Ibirapi Contemporânea @ Ibirapi Contemporânea
Jul 25@13:00_19:00
"Chão do Pinhal", de Fernando Travassos, na Ibirapi Contemporânea @ Ibirapi Contemporânea | Lisboa | Lisboa | Portugal

Recentemente aberta ao público, a Ibirapi Contemporânea tem o prazer de apresentar “Chão do Pinhal”, exposição individual do português Fernando Travassos. O trabalho do artista desenvolve-se através do desenho e da pintura, um processo persistente, diversificado, onde encontramos um carácter de ensaio e experimentação.

O gesto que se encontra nos trabalhos de Fernando Travassos chega de diversas fontes, seja o tag numa parede, uma banda desenhada ou cartoon, imagens mentais, memórias, mas por norma as imagens constroem-se dentro do processo de fazer. Citando Fernando Travassos: “a minha prática é composta por exercícios, na maioria com um carácter de esboço. Tentar
e testar novas imagens artísticas, qualquer coisa que está em permanente construção, onde a atenção aos detalhes e a agência dos materiais são tidos em conta enquanto potência no meu processo criativo.”

Considera-se que, para um melhor entendimento do seu trabalho é necessário: “tanto um cuidadoso olhar sobre a imagem como um descomprometimento brutal (…) As suas séries reclamam individualidade e ao mesmo tempo parodiam daquilo que poderá́ ser a experiência estética. São imagens imprecisas e insatisfeitas preenchendo o espaço como um campo de duelo. (…) Os elementos repetem-se na construção das imagens, contaminam-se e copiam-se, sendo referência uns dos outros. Por vezes identificamos corpos estranhos que habitam a pintura; por vezes a pintura é o corpo estranho
habitado.”

Este processo de contaminação economiza ou facilita a produção. Tornando-se prático visto que rapidamente são transferidos desenhos entre suportes (papel, tela), o que acresce no desenvolvimento do espaço pictórico.

Fernando Travassos (Coimbra, 1990) dedica-se desde muito jovem à pintura e ao desenho. Frequenta a Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha. Desenvolve na maior parte do seu trabalho um vocabulário gráfico rítmico e imaginário, muitas vezes com um gesto de non finito. “Chão do Pinhal” é a primeira exposição individual do artista em Lisboa.

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Exposição “Amar Portugal” de Filomena Parra @ Ageas Seguros
Jul 26@08:45_16:30
Exposição "Amar Portugal" de Filomena Parra @ Ageas Seguros | Lisboa | Lisboa | Portugal

De forma a promover a Cultura e as Artes, a Ageas tem o prazer de o/a convidar para assistir à inauguração da exposição “Amar Portugal”, de Filomena Parra.  A exposição pretende evidenciar o que de melhor o país tem, seja em termos de património, seja nas mais variadas tradições.

A vasta riqueza da história nacional presente no seu património material e imaterial é entendida como uma valorização constante do que é antigo e típico. A artista encontra no olhar admirador dos estrangeiros em relação aos monumentos, uma relação estreita com a curiosidade e admiração que também nutrem pelo povo português, e pela sua essência.

A exposição observa-se como uma espécie de passeio em que as diferentes passagens se interligam. Na entrada vemos os “Brilhos de Lisboa”, que apresentam alguns monumentos portugueses, como a Torre de Belém em Lisboa, a Torre dos Clérigos no Porto, o Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa, o Palácio Nacional de Sintra, o Convento de Mafra, o Castelo de Guimarães – “Berço de Portugal” – e o Convento de Freixo de Espada-à-Cinta, a vila do poeta Guerra Junqueiro. Percorrendo o país, observamos o mar com as redes, o belo peixe, as lindíssimas praias, a cerâmica, a filigrana, as fantásticas paisagens, as esbeltas andorinhas que percorrem os beirais das casas e os moinhos de vento que abraçam o cereal a moer.

Está aberta ao público todos os dias úteis das 8h45 às 16h30 e terá a duração de 2 meses.

“Chão do Pinhal”, de Fernando Travassos, na Ibirapi Contemporânea @ Ibirapi Contemporânea
Jul 26@13:00_19:00
"Chão do Pinhal", de Fernando Travassos, na Ibirapi Contemporânea @ Ibirapi Contemporânea | Lisboa | Lisboa | Portugal

Recentemente aberta ao público, a Ibirapi Contemporânea tem o prazer de apresentar “Chão do Pinhal”, exposição individual do português Fernando Travassos. O trabalho do artista desenvolve-se através do desenho e da pintura, um processo persistente, diversificado, onde encontramos um carácter de ensaio e experimentação.

O gesto que se encontra nos trabalhos de Fernando Travassos chega de diversas fontes, seja o tag numa parede, uma banda desenhada ou cartoon, imagens mentais, memórias, mas por norma as imagens constroem-se dentro do processo de fazer. Citando Fernando Travassos: “a minha prática é composta por exercícios, na maioria com um carácter de esboço. Tentar
e testar novas imagens artísticas, qualquer coisa que está em permanente construção, onde a atenção aos detalhes e a agência dos materiais são tidos em conta enquanto potência no meu processo criativo.”

Considera-se que, para um melhor entendimento do seu trabalho é necessário: “tanto um cuidadoso olhar sobre a imagem como um descomprometimento brutal (…) As suas séries reclamam individualidade e ao mesmo tempo parodiam daquilo que poderá́ ser a experiência estética. São imagens imprecisas e insatisfeitas preenchendo o espaço como um campo de duelo. (…) Os elementos repetem-se na construção das imagens, contaminam-se e copiam-se, sendo referência uns dos outros. Por vezes identificamos corpos estranhos que habitam a pintura; por vezes a pintura é o corpo estranho
habitado.”

Este processo de contaminação economiza ou facilita a produção. Tornando-se prático visto que rapidamente são transferidos desenhos entre suportes (papel, tela), o que acresce no desenvolvimento do espaço pictórico.

Fernando Travassos (Coimbra, 1990) dedica-se desde muito jovem à pintura e ao desenho. Frequenta a Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha. Desenvolve na maior parte do seu trabalho um vocabulário gráfico rítmico e imaginário, muitas vezes com um gesto de non finito. “Chão do Pinhal” é a primeira exposição individual do artista em Lisboa.

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